21 anos ou pelo menos 2 filhos vivos
A pessoa pode solicitar se tiver capacidade civil plena e cumprir um destes critérios: ter 21 anos ou mais, ou ter pelo menos dois filhos vivos.
Onde agendarLaqueadura tubária em Manaus
A laqueadura bloqueia as trompas para impedir o encontro do óvulo com os espermatozoides. É um método contraceptivo definitivo e, por isso, exige decisão livre, informação clara e planejamento.

Quem pode solicitar
É necessário cumprir pelo menos um dos critérios principais e respeitar as etapas previstas em lei.
A pessoa pode solicitar se tiver capacidade civil plena e cumprir um destes critérios: ter 21 anos ou mais, ou ter pelo menos dois filhos vivos.
A lei exige um intervalo mínimo de 60 dias entre o registro da decisão e a cirurgia. Esse período serve para orientação e reflexão.
A decisão é da própria pessoa. A legislação atual não exige autorização do marido, esposa ou companheiro.
É possível quando o pedido foi registrado com pelo menos 60 dias de antecedência e existem condições médicas seguras.
Quando não fazer agora
Em regra, deve aguardar quem tem menos de 21 anos e menos de dois filhos vivos. Exceções por risco à saúde exigem documentação médica específica.
A cirurgia eletiva só pode ser realizada depois do prazo mínimo contado a partir do registro da decisão.
O procedimento deve ser adiado quando a decisão não está segura ou quando infecção, doença descompensada, gravidez fora do planejamento do parto ou risco anestésico precisam ser avaliados.
A avaliação individual confirma os critérios legais, revisa sua saúde e ajuda a escolher o momento mais seguro.
Agendar avaliaçãoPasso a passo
A paciente esclarece dúvidas, conhece alternativas e registra sua vontade de forma livre e informada.
Durante os 60 dias são organizados documentos, exames, medicamentos e avaliação do risco anestésico.
Na videolaparoscopia, pequenas incisões permitem interromper as trompas sob anestesia.
Pode haver dor leve, gases e desconforto nas incisões. O retorno às atividades acontece de forma progressiva.
Base legal: Lei nº 9.263/1996, com as alterações da Lei nº 14.443/2022. Protocolos do serviço, avaliação médica e condições clínicas também precisam ser observados. Consultar Lei nº 9.263/1996 ↗ Consultar Lei nº 14.443/2022 ↗
Dúvidas frequentes
Em geral, não. A cirurgia atua nas trompas e mantém útero e ovários. Alterações posteriores precisam ser avaliadas separadamente.
A eficácia é alta, mas nenhum método é totalmente infalível. Atraso menstrual associado a dor precisa ser investigado, inclusive pelo risco de gestação ectópica.
Podem ocorrer sangramento, infecção, reação anestésica e lesão de estruturas próximas, além da rara falha do método. O risco individual é explicado na consulta.
Febre, dor que piora, vômitos persistentes, falta de ar, sangramento importante ou secreção na ferida exigem avaliação.
A indicação de exames e tratamentos depende de avaliação médica individual. Converse com nossa equipe para organizar sua avaliação. Em sintomas intensos ou sinais de alarme, procure atendimento de urgência.
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